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	<title>News Library &#187; Portuguese</title>
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	<description>Winona Online</description>
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		<title>Winona na capa da Vogue e em figurinos</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jul 2007 14:49:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Foreign Articles]]></category>
		<category><![CDATA[Portuguese]]></category>

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		<description><![CDATA[Adooooro: quem tá na capa da Vogue América de agosto é a Winona Ryder! Super aval de perdão (pelo menos da Anna Wintour), depois do bafo das roupas na sacola de um jeito suspeito, há 6 anos. E não tinha jeito melhor de ser aceita de volta pela supe rmega editrix, que a WR tá maravilhoooosa na capa da revista, num vestido verde incrível do Marc Jacobs. A atriz tá na capa porque essa é a “age issue” da revista - e ela, com 36 anos, é mais bacana que um monte de jovenzitas, né? - e porque tem 3 filmes dela pra sair.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Adooooro: quem tá na capa da Vogue América de agosto é a Winona Ryder! Super aval de perdão (pelo menos da Anna Wintour), depois do bafo das roupas na sacola de um jeito suspeito, há 6 anos. E não tinha jeito melhor de ser aceita de volta pela supe rmega editrix, que a WR tá maravilhoooosa na capa da revista, num vestido verde incrível do Marc Jacobs. A atriz tá na capa porque essa é a “age issue” da revista &#8211; e ela, com 36 anos, é mais bacana que um monte de jovenzitas, né? &#8211; e porque tem 3 filmes dela pra sair.</p>
<p>Apesar de amar “How to make an american quilt” (”Colcha de retalhos” em portugês!), “Reality bites” e “Minha mãe é uma sereia” (com a Cheeer!), meu figurino preferido de Winona Ryder até hoje é o de “Mr. Deeds“, em que ela faz a namoradinha má e depois boazinha do Adam Sandler. O filme é meio uma bobagem, mas o figurino dela é super vida real, tipo uma versão comportada do universo do Marc Jacobs: ela usa muita muita muita saia junto com casacos tipo paletós curtinhos ou capinhas 7/8, sempre em tons neutros (tudo aqui embaixo). Acho até que lembra um pouco o figurino de “Shopgirl“, sem a vibe vintage &#8211; adoro também!</p>
<p>Mas o figurino mais referência, não só de Winona mas do filme em si (eita, érika!), é o de “Época da Inocência” (”Age of Innocence”- é isso mesmo em portugês??). Super recomendado em todas as aulas de história da moda como retrato bem fiel e super bonito do tempo em que a mulherada usava vestidos que super cobriam tudo, espartilhos, chapéuzinhos e e tals. Tipo tem que ver.</p>
<p>Anyways, na revista vai ter matéria com ela contando coisas tipo o que tava acontecendo na vida dela antes do bafo do ‘roubo’ e como foi com a mídia logo depois, como foi com a família dela e como está agora a relação dela com meninos e planos sentimentais pro futuro.</p>
<p>Source: <a href="http://www.oficinadeestilo.com.br/blog/winona-na-capa-da-vogue-e-em-figurinos/">Oficina De Estilo</a></p>
<p> Viewed 705 times 289 </p>]]></content:encoded>
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		<title>Winona Ryder volta em filme de rotoscopia</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Jul 2006 14:37:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Movie Review]]></category>
		<category><![CDATA[Portuguese]]></category>

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		<description><![CDATA[Winona Ryder, quem diria, não acabou no Irajá. Depois de uma temporada complicada, com prisões em lojas de grife em Los Angeles graças aos seus ataques de cleptomania, e depois de participar de alguns filmecos, a atriz retorna num grande projeto. Ufa! Já não era sem tempo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Winona Ryder, quem diria, não acabou no Irajá. Depois de uma temporada complicada, com prisões em lojas de grife em Los Angeles graças aos seus ataques de cleptomania, e depois de participar de alguns filmecos, a atriz retorna num grande projeto. Ufa! Já não era sem tempo.</p>
<p>O filme chama-se A Scanner Darkly, de 2006, e bem que poderia ser lançado como longa-metragem numa sessão adulta do Anima Mundi, graças à sua técnica primorosa de rotoscopia. Nele, a bela Winona não está na categoria de produtora, como em Garota, Interrompida ou em Adoráveis Mulheres (filmes que ela produziu pra ver se descolava uma indicação ao Oscar, o que não deu certo), e entre os produtores estão ninguém menos que os sócios e amigos Steven Soderbergh e George Clooney. A direção e o roteiro são de Richard Linklater (que também dirigiu e roteirizou Antes do Amanhecer e Antes do Pôr-do-Sol, aqueles, com Julie Delpy e Ethan Hawke). A história é baseada em romance lançado sob o título de O Homem Duplo em 1977 e escrito por Philip K. Dick (autor de Blade Runner). Aqui, Winona Ryder trabalha apenas como atriz.</p>
<p>O filme foi bem recebido pelo público e a crítica americana, mesmo tendo uma apresentação da história considerada deficiente, a trama, ou a ausência dela. No entanto, é todo composto em rotoscopia, que é, em parcas palavras, a técnica de animação na qual os movimentos são primeiramente filmados com atores reais e depois transferidos, quadro-a-quadro, para a animação 2D (feita a lápis e arte-finalizada com pintura digital). A equipe de animadores é, pelo visto, primorosa. Basta uma olhada nas imagens do filme. </p>
<p>O interessante é observar que além de Winona Ryder (cujos pais foram hippies e que deram o nome Winona à filha por significar &#8220;primeiro filho nascido mulher&#8221;) e Keanu Reeves (de Matrix), o elenco de A Scanner Darkly conta com Woody Harrelson (Assassinos por Natureza) e o conhecido ator &#8220;junkie&#8221;, Robert Downey Jr. (de Chaplin e da série de TV Ally McBeal). Detalhe: Winona e Reeves já trabalharam juntos em Drácula de Bram Stoker, de Coppola, na época em que namoravam. </p>
<p>O personagem central é de Keanu Reeves. Ele interpreta Bob Arctor, um agente de narcóticos que vai atrás da fonte de produção e venda da letal &#8220;Substância D&#8221;. O &#8220;D&#8221; do nome da substância vem de &#8220;death&#8221; (morte) e compõe, portanto, a mais perigosa droga existente no mercado, conseguindo cancelar o link entre os hemisférios da mente, levando a um irreversível dano cerebral. Daí, a trajetória de Arctor ser tragicômica, pois ele mesmo é um dependente da Substância D. Ele vive tantas vidas a ponto de seus superiores, na polícia, não saberem como identificá-lo. Ora ele pode ser confundido como sendo Bob Arctor, traficante, ora como &#8220;Fred&#8221;, uma outra identidade do também agente do Narcóticos Bob Arctor. Enfim, só assistindo pra conferir. Se o filme tiver no mínimo a carga psicanalítica do livro homônimo de Philip K. Dick, já será um ganho.</p>
<p>A Scanner Darkly trata, entre outros temas, do consumo de drogas. Em relação às técnicas de filmagem, o filme se mostra cativante. Reside aí o seu diferencial. Nesse aspecto, ele é bem sucedido, permitindo à platéia compartilhar lampejos de paranóia e de desilusão dos personagens. O &#8220;blur&#8221; (ou seja, a tela embaçada) utilizado em boa parte do filme ajuda nessa atmosfera de desconexão, de confusão total provocada pela tal Substância D. Assim, consegue se enfatizar a caricatura bastante ácida e mórbida, repleta de diálogos que vão do surreal ao cômico entre pessoas cujas mentes se renderam a viagens alucinantes e alucinógenas. O trailer, na internet, é um show de imagens. </p>
<p>A crítica americana e mesmo os fóruns sobre A Scanner Darkly nos adiantam que, embora talentoso pela maneira de ser construído, o filme peca pela dificuldade de mostrar o conflito, de decolar a tensão, sem a qual é impossível assistir a qualquer coisa. Mesmo o mundo de paranóia e conspiração (o trailer enfatiza a idéia de que &#8220;qualquer ação sua pode ser gravada&#8221;, daí a idéia de scanner) fica inerte, porque essa experiência parece perdida no plot, na trama. O curioso é que Linklater faz isso, só que suavemente e tendo o romance como pano de fundo, em dois de seus filmes anteriores, aqueles dois que têm no elenco a dupla Julie Delpy e Ethan Hawke passeando pelas ruas de Viena e Paris.</p>
<p><em>Source: <a href="http://www.bigorna.net/index.php?secao=cinema&#038;id=1153100156">Bigorna.net</a></em></p>
<p> Viewed 1656 times 986 </p>]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;The Big Girl&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2004 13:43:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Foreign Articles]]></category>
		<category><![CDATA[Portuguese]]></category>

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		<description><![CDATA[Winona Ryder ditava padrões de estética e comportamento. O rock de Seattle começava a ser escutado pelo resto do mundo. E os calouros da USP mostravam que liam bastante, mas não o suficiente para superar um questionário de conhecimentos gerais. Estes eram os principais temas da primeira edição do caderno Folhateen, que circulou no dia 18 de fevereiro de 1991. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>PAULO CÉSAR MARTIN</strong></p>
<p>Winona Ryder ditava padrões de estética e comportamento. O rock de Seattle começava a ser escutado pelo resto do mundo. E os calouros da USP mostravam que liam bastante, mas não o suficiente para superar um questionário de conhecimentos gerais. Estes eram os principais temas da primeira edição do caderno Folhateen, que circulou no dia 18 de fevereiro de 1991. 19 de fevereiro de 2001. O Folhateen descobre o que aconteceu com as pessoas e temas abordados na sua estréia. Winona Ryder hoje busca a reafirmação no cinema. O grunge de Seattle, última grande revolução do rock, dá as caras no Brasil com um show do Mudhoney nesta quarta-feira. E os calouros da USP mostram que estão lendo menos que há dez anos. História Baseado no quarteto cultura pop, educação sexual, comportamento e quadrinhos, o Folhateen desenvolveu em dez anos uma linguagem jovem, séria e que não subestima o leitor adolescente.</p>
<p><strong>AUGUSTO PINHEIRO</strong></p>
<p>Quando saiu na contracapa da primeira edição do Folhateen, em 1991, a atriz norte-americana Winona Ryder tinha apenas 19 anos e já sentia o gostinho do sucesso com filmes como &#8220;Edward Mãos de Tesoura&#8221; e &#8220;Minha Mãe É uma Sereia&#8221;. Dez anos depois, ela atravessa uma fase, digamos, de má sorte. No ano passado, enfrentou fracassos de público e de crítica, como o romântico &#8220;Outono em Nova York&#8221;, com Richard Gere, e o terror &#8220;Dominação&#8221;, em que interpreta uma exorcista. O outro filme da moça que estreou no Brasil em 2000, &#8220;Garota, Interrompida&#8221;, acabou rendendo um Oscar para a coadjuvante Angelina Jolie, que roubou a cena. Winona nem foi indicada. A atriz confessou que só fez &#8220;Outono em Nova York&#8221; pelo dinheiro e, agora, tenta recuperar o prestígio com dois novos filmes: &#8220;Just to Be Together&#8221;, do consagrado diretor Michelangelo Antonioni, em que contracena com Andy Garcia, e &#8220;Simone&#8221;, de Andrew Niccol, com Al Pacino. Os dois ainda não têm data de lançamento. Porém, nos últimos dez anos, Winona não teve apenas maus momentos. Foi indicada ao Oscar duas vezes: como melhor atriz por &#8220;Adoráveis Mulheres&#8221; (1994) e como melhor atriz coadjuvante por &#8220;A Época da Inocência&#8221; (1993). Neste, ela contracenou com o inglês Daniel Day-Lewis, que acabou engrossando a sua vasta lista de namorados (veja quadro ao lado). Logo após o lançamento do Folhateen, a jovem atriz emplacou dois ótimos filmes. &#8220;Uma Noite sobre a Terra&#8221;, do diretor independente Jim Jarmusch, em que interpretou uma taxista, e &#8220;Drácula de Bram Stoker&#8221;, de Francis Ford Coppola, hit de 1992 nos cinemas do mundo inteiro.</p>
<p>Na época, estava noiva de Johnny Depp, com quem ficou durante três anos. O romance rendeu uma tatuagem no braço do ator com a inscrição &#8221; Winona forever&#8221; ( Winona para sempre). Depois do fim do relacionamento, Depp mudou a frase para &#8220;Wino forever&#8221;. Desde então, a atriz namorou vários atores e rock stars, como Matt Damon, David Duchovny, Beck e Evan Dando (Lemonheads), mas o segundo namoro mais duradouro foi com David Pirner, líder do grupo Soul Asylum. A fama de namoradeira algumas vezes acabou suplantando a de atriz _o mesmo que aconteceu com Elizabeth Taylor, uma das últimas lendas vivas da Hollywood dos anos 50, cujos sete casamentos não saíam do noticiário. O rostinho de menina de Winona continua garantindo papéis de adolescente para a atriz de 29 anos _no mesmo estilo daqueles que fazia há dez anos. Em &#8220;Garota, Interrompida&#8221;, ela interpreta Susanna Kaysen, 18, uma garota normal que é internada em um hospital psiquiátrico porque acham que está louca. Na época em que tinha 19 anos e lhe perguntavam por que só interpretava adolescentes, Winona respondia: &#8220;Olha a minha idade, devo fazer uma juíza?&#8221;. O primeiro Folhateen apostava na atriz como &#8220;o produto mais quente de Hollywood para os próximos 20 anos&#8221;. Resta saber se a atriz batizada com o estranho nome da cidade onde nasceu, pelos pais hippies de carteirinha, vai conseguir se recuperar e confirmar a previsão.</p>
<p><strong>NAMORADOS DE WINONA NOS ÚLTIMOS DEZ ANOS</strong></p>
<p>Johnny Depp<br />
(ator)</p>
<p>David Pirner<br />
(cantor do grupo Soul Asylum)</p>
<p>Christian Slater<br />
(ator)</p>
<p>Daniel Day-Lewis<br />
(ator)<br />
David Duchovny<br />
(ator)</p>
<p>Chris Noth<br />
(ator)</p>
<p>Matt Damon<br />
(ator)</p>
<p>Beck<br />
(cantor)</p>
<p>Evan Dando<br />
(cantor do grupo Lemonheads)</p>
<p>A atriz Winona Ryder , 30, foi detida na noite da última quarta, em uma loja de departamento de Beverly Hills (EUA), acusada de furtar o equivalente a US$ 5 mil em roupas. A polícia ainda encontrou na bolsa da atriz medicamentos sem receita médica.<br />
Ryder , protagonista de filmes como &#8220;Edward Mãos de Tesoura&#8221;, foi acusada de furto e posse ilegal de remédios, disse um porta-voz da polícia de Beverly Hills, e solta após pagar fiança de US$ 20 mil. A assessora da atriz e um porta-voz da loja recusaram-se a comentar a prisão.</p>
<p><strong>02 NEURÔNIO</strong></p>
<p>Os ricos também choram<br />
(ou como é bom saber que os famosos também têm &#8220;pobrema&#8221;!)</p>
<p>JÔ HALLACK<br />
NINA LEMOS<br />
RAQ AFFONSO<br />
Dizem que rico, quando rouba, não é ladrão. É cleptomaníaco. Quando é rico e famoso, então&#8230; é doido de pedra mesmo.<br />
Pois, desde que Winona Ryder foi pega roubando na Sacks (uma loja superchique gringa), não conseguimos parar de acompanhar esse julgamento.<br />
Melhor até que uma novela! E temos certeza de que, depois, ela venderá os direitos da história para um estúdio de Hollywood para fazer um filme baseado na sua vida real. Estrelado por ela mesma, é claro.<br />
Ela foi condenada e pode pegar até três anos de prisão. Mas a roupa que ela usava no dia da condenação, um terninho preto maravilhoso&#8230; foi o que mais nos impressionou. Era lindo. O batom era lindo. Ela estava linda. Nunca teremos uma roupa como aquela. Nem no dia mais feliz de nossas vidas.<br />
Vamos aos fatos:<br />
<strong>A desculpa</strong><br />
Foi o melhor de tudo. Quando não dava mais pra negar que tinha afanado umas roupinhas (que, ao todo, custavam US$ 5.000), ela disse que estava fazendo laboratório para uma peça. Sempre desconfiamos dessas histórias de laboratório, quando os atores vão fazer rapadura e frequentar lugares bizarros da noite só para entender seus personagens. Ora, a gente pensava que eles eram pagos para fingir!<br />
O caderninho de endereços<br />
Na tentativa de livrar a cara de sua cliente, o advogado de Winona chegou a insinuar que os seguranças da loja queriam, na verdade, vender sua história para os tablóides. E roubar o caderninho de telefones da atriz para ligar pra os famosos. &#8220;Você perguntou: &#8220;Esse é o número de telefone do Bono?&#8217;&#8221;, interrogou o advogado. Com a negativa, ele fez outra investida: &#8220;Você não disse: &#8220;Deus, eu amo Keanu Reeves&#8221;, e copiou o número dele?&#8221;. Cristo, a que ponto chegamos.</p>
<p><strong>Os modelos</strong><br />
Os da atriz no tribunal têm sido tudo de bom. A camiseta de apoio a Winona que uma loja está vendendo também é ótima, com a frase &#8220;Free Winona&#8221; estampada. Só ficamos imaginado como a atriz ficará com seu possível novo modelo. Um uniforme bege, já que ela foi condenada e pode ficar até três dias presa. O uniforme pode ser confeccionado pela Prada, a grife tudo de bom que ama um bege&#8230; Sorte de Wynona. Até a cor pode ser hype. Ai, ai&#8230;</p>
<p><a href="http://www.postmodernsong.org/thebigirls/winona.html">The Post Modern Song</a></p>
<p> Viewed 1180 times 711 </p>]]></content:encoded>
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